O Distrito Federal já enfrenta os efeitos mais intensos da estiagem, período marcado por umidade relativa do ar baixa, clima seco e temperaturas elevadas durante o dia. Essas condições impactam diretamente a saúde, e a pele é uma das primeiras a sofrer. Ressecamento, descamação, coceira e até o agravamento de problemas dermatológicos, como dermatite e psoríase, são comuns nesta época do ano.
Hidratação é essencial
A principal recomendação dos especialistas é manter a pele bem hidratada. O uso de cremes e loções deve ser diário, especialmente após o banho, quando a absorção dos produtos é maior. Produtos sem álcool e ricos em ureia, glicerina ou óleos vegetais ajudam a manter a umidade natural da pele.
Banhos mais curtos e mornos
Os banhos muito quentes e demorados removem a camada protetora natural da pele, favorecendo o ressecamento. A orientação é optar por duchas rápidas e mornas, evitando o uso excessivo de sabonetes, que também podem agredir a pele.
Protetor solar mesmo no clima seco
Apesar do céu limpo e da sensação de menor intensidade solar, a radiação ultravioleta continua alta durante a seca. Por isso, o protetor solar deve ser usado diariamente, inclusive em ambientes urbanos e em dias nublados.
Água de dentro para fora
A hidratação não se limita ao uso de cremes. Beber bastante água ao longo do dia é fundamental para a saúde da pele e do organismo como um todo. O consumo adequado ajuda a manter a elasticidade da pele e prevenir o aspecto ressecado.
Roupas adequadas
O uso de roupas leves e de algodão ajuda a pele a respirar e evita irritações. Tecidos sintéticos podem agravar o desconforto em dias secos e quentes.
Em resumo
Cuidar da pele durante a seca é mais do que uma questão estética: é saúde. Pequenas mudanças de hábitos podem evitar incômodos e proteger contra problemas maiores. No DF, onde a estiagem é intensa e prolongada, redobrar esses cuidados é fundamental.
Política ao Quadrado
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